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Quando a inspiração vai longe demais...

Enquanto produtores de imagens e mensagens, somos também consumidores e espetadores atentos daquilo que nos rodeia.

Afinal de contas todas essas imagens e mensagens visuais são supostamente produzidas por “colegas” e pares da mesma profissão e por isso é do nosso interesse estarmos atentos e atualizados acerca das tendências e do trabalho realizado por esse mundo fora.

Enquanto designers não podemos negar que todos nos inspiramos no trabalho dos nossos pares. Mas isso não pode ser visto de forma negativa, pois faz parte do processo criativo do design perceber o contexto em que se vai criar uma mensagem, seja ela um logo, um cartaz ou um website.

O problema é quando por falta de tempo, constrangimentos orçamentais ou simplesmente por pura preguiça se foge da obrigação ética da profissão e se escolhe o caminho mais fácil, ou seja… o plágio.

Ora, este é um tema já amplamente debatido na nossa profissão (e não só), mas sobre o qual fiz questão de escrever este artigo, a propósito de mais um mau exemplo que reparei muito recentemente.

Um dia destes ao olhar de relance para a TV, reparei num logótipo de uma prova de ciclismo internacional que me chamou a atenção. Não porque fosse extraordinário, mas porque imediatamente me pareceu estranhamente familiar.

Ao fazer uma pesquisa, em menos de um minuto encontrei a fonte da dita “inspiração”. Um outro organismo desportivo já usa um elemento gráfico exatamente igual no seu logo. Podem comprovar na imagem que apresento e percebem que não estou a exagerar!… Exatamente a mesma forma, a mesma posição, sendo a única diferença o uso das cores.

logos

Este pareceu-me um exemplo grave, tanto mais que se trata de imagens que estão expostas em meios de comunicação de grande audiência global e que pode a prazo ter consequências legais quer para os autores, quer para as entidades envolvidas.

Também nós aqui na Volupio já fomos vítimas de algumas situações, nomeadamente o uso indevido ou abusivo de imagens por parte de outros profissionais da área e posso dizer que é uma situação incómoda. Por vezes não sabemos se são situações de manifesta má fé ou simplesmente desconhecimento das regras básicas dos direitos de autor e da ética profissional.

Para concluir resta-me referir que esta prática, felizmente, não é generalizada, mas enquanto designers não podemos deixar de apontar estas situações.

Este artigo foi escrito por:

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